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Alerta sobre o sarampo

Prezados tripulantes,

Na última sexta-feira, 19/07 a secretaria estadual de saúde divulgou uma atualização no balanço de casos de sarampo. Agora já são 484 casos confirmados só no Estado de São Paulo, registrando um aumento estrondoso de 850%.

Em decorrência disto, os órgãos competentes começaram a intensificar as campanhas de vacinação com o objetivo de reverter este quadro. Devemos procurar os postos de saúde em todo o Brasil para garantir a nossa imunização.

As Secretarias de Estado da Saúde e dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo se uniram para aumentar o alcance da campanha de vacinação contra o sarampo. Até o próximo 16 de agosto, estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e do Metrô, além de terminais de ônibus metropolitanos da EMTU/SP, terão postos volantes de vacinação gratuita em diversos horários. O cronograma será divulgado semanalmente.

A vacina é válida para vida toda. Mas se você tem dúvida se está imunizado ou não, vale a pena tomar de novo. Não há nenhuma contraindicação para o caso de repetição de dose. Na dúvida, vacine-se!

Quem tem de 15 a 29 anos deverá receber a vacina fracionada em duas doses, enquanto que aqueles que tem de 30 a 49 anos receberão dose única. Já aqueles com idade superior a 50 anos, somente encontrarão as vacinas nas redes privadas.

Contraindicações: pacientes imunodeprimidos, gestantes, crianças com menos de seis meses e pacientes com suspeita de já estarem com a doença.

As gestantes devem aguardar o nascimento para tomar a vacina. 

 A vacina é o vírus atenuado. Os raros registros de reação são de alergia a algum componente.

Entenda a doença:

Como é transmitido?

O Sarampo é uma doença infecciosa e extremamente contagiosa, portanto a simples suspeita, deve se procurar imediatamente a um pronto socorro notificando a suspeita. Sua transmissão se dá pelo vírus expelido na tosse, no espirro, durante a fala ou a respiração. A fase mais crítica para o contágio é dois dias antes e dois dias após o início da erupção cutânea.

O vírus se espalha através da tosse, no espirro, durante a fala ou a respiração. A fase mais crítica para o contágio é dois dias antes e dois dias após o início da erupção cutânea.

Quais os sintomas?

Geralmente costuma se apresentar um quadro de febre alta, acompanhada de tosse persistente, irritação no (s) olho (s), secreção no nariz e manchas brancas na mucosa bucal. Em seguida, podem vir manchas avermelhadas no rosto, que podem se disseminar até o pé, e que duram cerca de três dias.

Febre alta, tosse persistente, irritação nos olhos, secreção nasal e manchas brancas na mucosa bucal. Podem aparecer manchas avermelhadas no rosto e que podem se espalhar até os pés, durando cerca de 3 dias.

Como tratar?

Além de isolar o doente, devido ao alto grau de contagio, o tratamento, orientado por um médico, é sintomático; recebe-se medicação para controle da febre e intensifica-se a hidratação.

O paciente deverá ficar isolado, devido ao alto grau de contágio e, além disso, seguir todas as orientações médicas.

Pode deixar sequelas?

Pode ocasionar diarreia, pneumonia, otite e meningite, ou deixar sequelas importantes, como úlcera de córnea (olho lesionado). Podem ainda levar a morte, principalmente bebês não vacinados.

Fonte: Ministério da Saúde, Sociedade Brasileira de imunizações, Fiocruz, Secretaria de Estado da Saúde e Secretaria dos Transportes Metropolitanos de São Paulo.

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