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NOTA DE ESCLARECIMENTO: informações sobre a segunda proposta de PCHV recebida pela ATT

Caros associados,

Recentemente a lisura da ATT foi questionada em relação à negociação feita com a Mongeral Aegon para o seguro de Perda de Certificado de Habilitação em Voo (PCHV) para os nossos associados. Com o objetivo de esclarecer esse assunto e eventuais dúvidas, gostaríamos de compartilhar algumas informações que darão ainda mais transparência sobre as condições dos contratos firmados entre a ATT e a empresa.

Conforme explicado em nossos meios de comunicação, o CAM II registrou um aumento abrupto de pessoas que deram entrada no benefício nos últimos anos. Esse fator levou a ATT a buscar uma cobertura que atendesse melhor às necessidades dos associados. Desde 2014, a associação realizou reuniões constantes com a Mongeral Aegon, empresa especializada no PCHV e referência nacional em seguros de vida e previdência. O objetivo era encontrar um meio de transformar o CAM II em um seguro, com condições melhores que as então praticadas pelo benefício.

As negociações foram longas, pois a ATT buscou melhorar as condições para os associados, tanto em relação aos capitais segurados e coberturas quanto ao custo mensal do seguro. Após esse período, conseguimos adequar essas condições para que o seguro se tornasse mais atrativo aos associados.

Apesar de todo o nosso esforço, os próprios associados solicitaram novas condições para o acordo, em AGE realizada em 09 de dezembro de 2015. A Mongeral Aegon reconsiderou as condições para atender ao pedido e apresentou uma nova proposta na AGE do último dia 09 de março. A nova proposta, de acordo com a decisão da assembleia, por iniciativa da ATT, ficou em aberta para consulta, análise e votação dos nossos associados.

As condições aceitas contemplam ainda mais benefícios que o CAM II oferecia, por exemplo:

– Em caso de falecimento, os beneficiados recebem 100% do valor, enquanto com o CAM II era apenas 50%;

– A utilização do PCHV (perda de CMA e falecimento) passou a deixar de ter descontos pela utilização do CAM I, no caso de doenças não graves;

– Tabela com o tempo de contribuição deixou de ser necessária para calcular os valores totais a serem recebidos;

– Carência zero para qualquer eventualidade coberta pelo plano.

– Inclusão de afastados em CAM I de forma automática, sem a necessidade de análise pela seguradora para três, dos quatro planos disponíveis para comissários.

No entanto, às vésperas da AGE, no dia 1º de março de 2016, um membro do Conselho Consultivo da ATT, por iniciativa própria e sem o conhecimento da diretoria, reuniu-se com outra empresa para receber uma proposta. Essa reunião estava fora do prazo de negociação pré-estabelecido.

Às 10h00 da manhã do dia seguinte (02/03), chegou à diretoria da ATT, via e-mail, a proposta dessa outra empresa para seguro de PCHV. A diretoria da ATT foi surpreendida com a proposta, pois desconhecia a existência dessa negociação paralela.

Mesmo fora do prazo e do procedimento padrão, as condições foram analisadas e os valores considerados interessantes, mas continham diversas restrições que não estavam presentes na proposta realizada pela Mongeral Aegon.

Para melhor análise dos associados, apresentamos a tabela comparativa abaixo, onde fica claro que a proposta apresentada pela Mongeral Aegon oferece melhores benefícios aos associados:


Assim ressaltado, lembramos que o contrato com a Mongeral Aegon está disponível para os nossos associados no site da ATT: www.att.org.br

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